Desde a formação das primeiras sociedades haviam uma maioria que tendiam ao consumo de certões padrões, seja por abundancia de certos alimentos, seja por tradição. Certos valores determinavam o que usar, o que vestir, o que comer, como andar, entre outros padrões. Essas têndencias foram se tornando o certo, como toda a tendência ou padrão da maioria. Assim surgiu a moda.
A moda, em uma sociedade pré-histórica ou atual, é uma ditadura que é responsável pelos padrões da sociedade, mas o veículo de manisfestação do padrão muda, quando passamos a ter veículos de comunicação em massa, quando valores não só são determinados por necessidades e pela maioria, mas pelos que controlam a veiculação dos valores e morais para uma sociedade, a industria cultural.
Um dos valores que mais tiveram sucesso foi o capital, o acumulo de capital, mesmo contra valores cristãos, a religião uma vez dominante, ganhou espaço e hoje domina o planeta, não só por tendência ou padrão, mas por necessidade. Sociedades capitalistas criaram um sistema que não só manipula padrões, mas também não permite o sucesso dos que não seguem os padrões, os que vivem a margem da sociedade, os marginais Esses últimos, não tendo êxito na perpetuidade de seus genes, tendenciando a humanidade a permanecerem os genes que seguirem os padrões, e assim, nasceremos apenas os com têndencias capitalistas, se o sistema perdurar por gerações.
Numa sociedade capitalista é fundamental o lucro, por venda de valores acima dos do custo de produção, fazendo com que donos de empresas concentrem o capital em suas mãos, tendo poder suficiente para manipular padrões, dos quais também tendenciam produtos, os quais são produzidos por eles, usando a moda para o lucro.
Percebe-se então, que a moda nada mais é, ao menos se tornou, um mecanismo de concentração de lucros, nas mãos dos que detém o poder de manipualar os veiculos de comunicação em massa, seja para interesses empresarias, pessoais ou estatais.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
A democracia, a opinião pública e o livre arbítrio.
Três assuntos que se complementam para demonstrar a ineficácia de uma forma representativa de governo, atual erronea concepção de democracia contemporânea. Concepção essa formada por volta dos séculos XVIII e XIX.
A democracia
Primeiro devemos analisar a real concepção de origem grega da democracia, um governo onde a sociedade é governada por todos, não por um ou alguns(não colocarei maioria como item, ainda)mas pela opinião da poli, a opinião pública.
A opinião pública
Ao falarmos de opinião, lembramos da vontade da pessoa, vontade que depende de seu conceito de bom ou ruim, que o foi passado pela família ou pela sociedade, sendo então uma vontade de acordo com os princípios daquela sociedade onde a pessoa cresceu. princípios que foram de acordo com o que foi dito por um antecessor de cada regente da sociedade, que também teve um antecessor, sendo assim, a vontade é não é livre, não há o livre-arbítrio.
O livre arbítrio
O livre-arbítrio nada mais é que a liberdade de cada individuo fazer o que for de sua vontade, vontade essa que anteriormente foi influenciada como vimos anteriormente num esquema de atribuição de valores, valores estes baseados na sociedade em que vivem. Além disso, há também um esquema de leis que nos restringe a ações legais, sem consequências, ou o livre-arbítrio com consequências.
Entendendo isso podemos concluir que aplicarmos o termo democracia para um governo representativo é erroneo, já que apenas os representados pela vontade da maioria,vontade está influenciada pela sociedade que é dominada pelos interesses e valores de privilegiados que controlam a midia, maior mediadora de informação, está que tem o poder de não apenas esconder informações e valorizar outras como de expor opiniões que sendo apenas um argumento sem um contra-argumento torna-se um fanatismo, e que essa opinião ou vontade é atribuida ao livre-arbítrio, a liberdade, mas sendo está baseada em atribuição de valores da sociedade em que vivem, serão apenas reflexo da vontade dos governantes. Estamos vivendo sublinearmente em ditaduras sucessivas, ditaduras comandadas não por um ditador, mas por um conjunto de partidos eleitos graças ao financiamento de aristocratas privados, super valorizando superficialmente os partidos.
A democracia
Primeiro devemos analisar a real concepção de origem grega da democracia, um governo onde a sociedade é governada por todos, não por um ou alguns(não colocarei maioria como item, ainda)mas pela opinião da poli, a opinião pública.
A opinião pública
Ao falarmos de opinião, lembramos da vontade da pessoa, vontade que depende de seu conceito de bom ou ruim, que o foi passado pela família ou pela sociedade, sendo então uma vontade de acordo com os princípios daquela sociedade onde a pessoa cresceu. princípios que foram de acordo com o que foi dito por um antecessor de cada regente da sociedade, que também teve um antecessor, sendo assim, a vontade é não é livre, não há o livre-arbítrio.
O livre arbítrio
O livre-arbítrio nada mais é que a liberdade de cada individuo fazer o que for de sua vontade, vontade essa que anteriormente foi influenciada como vimos anteriormente num esquema de atribuição de valores, valores estes baseados na sociedade em que vivem. Além disso, há também um esquema de leis que nos restringe a ações legais, sem consequências, ou o livre-arbítrio com consequências.
Entendendo isso podemos concluir que aplicarmos o termo democracia para um governo representativo é erroneo, já que apenas os representados pela vontade da maioria,vontade está influenciada pela sociedade que é dominada pelos interesses e valores de privilegiados que controlam a midia, maior mediadora de informação, está que tem o poder de não apenas esconder informações e valorizar outras como de expor opiniões que sendo apenas um argumento sem um contra-argumento torna-se um fanatismo, e que essa opinião ou vontade é atribuida ao livre-arbítrio, a liberdade, mas sendo está baseada em atribuição de valores da sociedade em que vivem, serão apenas reflexo da vontade dos governantes. Estamos vivendo sublinearmente em ditaduras sucessivas, ditaduras comandadas não por um ditador, mas por um conjunto de partidos eleitos graças ao financiamento de aristocratas privados, super valorizando superficialmente os partidos.
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